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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Participação n' «A Bíblia em Festa»

               

Numa parceria entre a Diocese do Algarve e a Sociedade Bíblica de Portugal, a noite de Portimão tem sido animada com um espaço de exposição e reflexão sobre a Bíblia.

            

No passado dia , o docente do nosso mestrado, José Eduardo Franco, paticipou com uma comunicação com o título: “Europa: Identidade colectiva e tradição comum”.

                      

A mesa teve como moderador o Simão Daniel, da Sociedade Bíblica de Portugal, e também nosso aluno do Mestrado em Ciência das Religiões e colaborador assíduo da nossa revista científica.

                 

                        

Seguindo a notícia publicada no sítio da Diocese do Algarve:

"José Eduardo Franco referiu-se à importância da Bíblia a partir dos primeiros séculos do Cristianismo na configuração progressiva de uma nova identidade que emerge a partir do império romano e vai moldando o continente europeu. “É a partir da Bíblia que se vai construindo uma civilização nova de matriz cristã”, lembrou.

O conferencista, que recordou que “a estruturação do tempo foi feita a partir de Cristo”, referiu-se ao “papel determinante” das ordens religiosas na ordenação do tempo, sublinhando “a importância da Bíblia na configuração de uma nova temporalidade: a temporalidade cristã”.

José Eduardo Franco garantiu também que “os princípios judeo-cristãos da Bíblia influenciaram a construção progressiva de um novo quadro ético que vai influenciar a proclamação dos Direitos Humanos”.

Referiu-se igualmente à influencia da Bíblia no conceito das nacionalidades europeias e no conceito de universalidade.

A este nível lembrou que “Portugal abriu a Europa ao mundo, através dos descobrimentos (proto-globalização), procurando também cumprir o mandato bíblico de universalizar o Cristianismo”, assegurando assim que “o processo de globalização tem na sua base um objectivo de carácter religioso e bíblico”.

Segundo o conferencista, “a Bíblia tem um papel central na fundamentação teológica das nações europeias”. “A partir do século XVI e XVII as nações europeias procuraram ter por paradigma a Bíblia para encontrar fundamento teológico neste desígnio de afirmar-se como povo com papel importante a desempenhar na história”, explicou, acrescentando que “uma das dimensões da mitificação das nações tinha por base um acontecimento primordial de inspiração divina e também o modelo do povo eleito da Bíblia” e que “todas as nações que se criam e desenvolvem no século XVI desejam criar um império marcante e importante no quadro da história universal, desejo que tem fundamentação bíblica”.

Eduardo Franco explicou que as “nações desenvolvem uma dinâmica universalista que envolve o desejo de fazer chegar e levar a fé monoteísta e o ideário cristão a todos os povos, congregando esses povos e incluindo-os todos na mesma bênção divina e consagração a um mesmo Evangelho que permita reunir todos os homens à volta de um só pastor”."
 

                      

Já na semana anterior participara Dimas de Almeida com o tema “A Bíblia e os Direitos Humanos”, reproduzindo-se também o que sobre a sua conferencia foi publicado no mesmo site:

"O segundo orador, Dimas de Almeida, debruçou-se acerca da relação entre o texto bíblico e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, concluindo que esta última, “apesar de ser um texto laico, tem subjacente uma tradição judaico-cristã”. Referindo ainda que, na Bíblia encontramos um Deus que está do lado do mais fraco, débil e desprezado, considerou a Sagrada Escritura como “coração que pulsa em favor da dignidade do homem e da mulher”.

Pegando em passagens, quer da Declaração Universal, quer da Bíblia, foi desenvolvendo as duas perspectivas acima expostas."

publicado por Re-ligare às 00:15
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